Padre Rodrigo Rios| Comunicação da Arquidiocese de Maceió
O encontro é uma proposta de fraternidade, formação e oração, o dia de São João Maria Vianney, padroeiro dos párocos

Cerca de 300 padres das três dioceses do estado, Maceió, Palmeira dos Índios e Penedo, estão reunidos hoje, 04 de agosto, no auditório do Colégio Marista. O encontro é uma proposta de fraternidade, formação e oração, no dia de São João Maria Vianney, padroeiro dos párocos e modelo universal para o ministério sacerdotal.

A programação iniciada às 08h30, consta com a oração das Laudes, palestra, adoração ao Santíssimo Sacramento, celebração penitencial e uma caminhada da Sede dos Cursilhos até a Catedral Metropolitana para o encerramento com a Santa Missa às 16h.

Segundo o palestrante, Dom Antônio Carlos, Bispo de Petrolina (PE), há uma complexidade do momento que vivemos na história universal e consequentemente respinga na história da Igreja. Por isso afirmou: “É tempo de esperançar; o mês vocacional nos faz refletir sobre o chamado de sermos ministros da esperança”.

Citando Paulo Freire, o prelado explicou que se deve ter esperança do verbo esperançar, e não do termo espera; isso significa ir atrás, levar adiante, juntar-se a outros e buscar fazer tudo de outro modo. “Quando falamos de esperança, devemos saber se Cristo dá sentido à nossa vida; busquemos voltar às fontes do nosso ministério”, animou assim aos presentes.

Em sua colocação acerca da iniciativa, Dom Carlos Alberto Breis, arcebispo de Maceió, afirmou que os sacerdotes são chamados a serem sentinelas, sem perderem a esperança. “Esta é uma ocasião para reavivarmos o dom da fé, com ela o dom da esperança, e ainda o dom da vocação presbiteral. É a expressão de comunhão das três igrejas particulares no estado: Maceió, Palmeira dos Índios e Penedo”.
Realizado na comemoração do Santo Cura d’Ars, este dia também se tornou referência para que os fiéis rezem pelos padres e enviem felicitações. Diversas manifestações podem ser vistas nas redes sociais. “É com muita gratidão que Deus nos deu vocês para nós”, escreve em uma delas o leigo Márcio José de Souza.
