Pascom Paróquia São Maximiliano Kolbe
Já são 34 anos que a paróquia celebra este momento especial com uma programação que acontece por nove dias e é finalizada com procissão pelas ruas do bairro

Até o próximo dia 17 de agosto, a paróquia São Maximiliano Maria Kolbe, no bairro do Benedito Bentes I, celebra a festa do padroeiro. A comemoração teve início no dia 8 de agosto e a programação conta com a novena todas às 19h e celebração da Eucaristia às 19h30.
Já são 34 anos que a paróquia celebra este momento especial. O encerramento ocorre no dia 17 com a Santa Missa às 17h, seguida de procissão pelas ruas do bairro, na parte alta da capital.
Peregrinos da esperança em unidade
Neste ano, em sintonia com o Jubileu (peregrinos de esperança), com a Igreja no Brasil e com a Arquidiocese de Maceió, o tema da festa destaca a esperança, um elemento também marcante na vida e caminhada do “santo amigo”.
Santo amigo, exemplo raro e forte de amor ao próximo
São Maximiliano Kolbe foi um frade franciscano polonês, que dedicou sua vida à evangelização através da imprensa e à devoção à Virgem Maria.
Com sua expertise e ousadia missionária, ele fundou a Milícia da Imaculada, um movimento que buscava a conversão através da ação mariana.
Sua fama de santidade cresceu por conta de sua caridade extrema, exemplificada pelo sacrifício de sua própria vida em favor de um pai de família em um campo de concentração nazista, tornando-se assim padroeiro das famílias.

Por sua dedicação à imprensa e ao apostolado, ele também é considerado padroeiro dos jornalistas (com a licença a São Francisco de Sales), especialmente daqueles que trabalham na comunicação católica.
Isso ocorre porque ele fez dos meios de comunicação um caminho para a evangelização.
Seu exemplo de amor ao próximo e sua luta contra o vício, especialmente o vício em drogas, tornam-no padroeiro também dos dependentes químicos e de todos que lutam contra vícios.
Sua atuação em tempos difíceis e sua mensagem de paz o fizeram merecer o título de “Padroeiro do difícil Século XX” dado pelo Papa São João Paulo II.
