“O grande modelo da nossa peregrinação é a Virgem Santíssima”, destaca Padre José Elielton, na segunda noite do novenário

O “aspecto peregrinar” foi a base para as reflexões e orações da segunda noite da festa que trouxe o tema  “Mãe da Perseverança, rogai por nós!”

Por Carolina Azevedo | Pascom Arquidiocesana

(Padre José Elielton, vigário Geral da Arquidiocese, presidiu a 2ª noite do novenário da Padroeira. Foto: Carlos Wilker | Pascom Arquidiocesana)

A noite do dia 19 de agosto foi marcada pela animação da Catequese, Pastoral Carcerária, Movimento dos Focolares e Oficinas de Oração e Vida na liturgia, que observou no “aspecto peregrinar”, destacado pelo Pe. José Elielton da Silva, Vigário Geral da Arquidiocese de Maceió, as características da perseverança de Maria.

“Às vezes a gente esquece que tem alguns aspectos na peregrinação que a gente não pode deixar de fora. O peregrinar tem um objetivo, eu sei onde quero chegar. O nosso tesouro necessita de uma grande caminhada.” destacou o padre em sua homilia.

Ao comentar sobre a participação dos devotos e devotas a cada ano na festa dos Prazeres, o paroquiano Viderlan Mateus destaca como a esperança se faz presente no peregrinar do dia a dia na Catedral Metropolitana de Maceió:

“A cada ano a gente tem uma dinâmica de festa de acordo com o que a igreja vai nos propondo. E nesse ano com o jubileu “Peregrinos de esperança” a gente contempla a esperança em Maria. Na mesma medida, a gente vai podendo contemplar essa esperança na participação do povo de Deus, no empenho dos grupos, movimentos e pastorais, recordando que temos um chamado de Deus e um lugar na igreja para ajudar de fato com o coletivo e dessa forma ter a oportunidade de retornarmos ao primeiro amor que fez de nós os missionários que somos hoje.”

Adêmia Batista, Catequista, também destaca o exemplo e participação ativa da Mãe da Perseverança em sua caminhada: “Maria foi aquarela que teve esperança e teve fé, e confiou na providência divina então eu como catequista, mãe, mulher, acredito nessa mulher e confio plenamente devido várias situações da minha vida, ela sempre esteve presente intercedendo por mim, sendo essa luz, de uma forma que me leva a Jesus, com o qual eu tenho que caminhar e dar testemunho da minha fé.”

Na agitação dos corredores externos, Andressa Lima e José Eduardo, coordenadores do Conselho Arquidiocesano do ECC, responsáveis pela quermesse externa da festa, destacam que a unidade dos movimentos e dos colaboradores voluntários é o que fazem a festa ser um verdadeiro motivo de alegria.

“Uma experiência boa, fácil de conduzir porque estamos trabalhando sempre em equipe, uma turma boa, muito produtiva, sempre com muita fé e perseverança na caminhada, acredito que isso facilita muito.”

“É muito importante o convite ao povo de Deus, afinal, a festa é o convidado, né? Independente de pastorais e movimentos, que possamos fazer essa novena a nossa Mãe junto com todo o povo de Deus.”